A iniciativa dialoga com o Dia dos Povos Indígenas, em 19 de abril, e será conduzida pela professora e ativista Elisa Pankararu
Para além de um ambiente expositivo e de contemplação, a Oficina Francisco Brennand promove, mensalmente, atividades educativas e formativas. Na próxima quinta-feira (16) destaca-se na programação de abril a nova edição do “Encontro com professoras e professores”, formação continuada promovida pelo museu-ateliê, que abordará a temática “Letramento Racial e Perspectivas Indígenas na Educação”, sendo conduzida pela ativista e professora Elisa Pankararu, das escolas indígenas em Entre Serras de Pankararu. A inscrição é gratuita e pode ser realizada no perfil @oficinafranciscobrennand no Instagram, com disponibilidade até 24h antes das atividades.
A partir das experiências e realidades contemporâneas dos povos originários, o encontro apresenta um panorama da questão indígena no Brasil, com atenção ao Nordeste, buscando desconstruir concepções racistas, estereótipos e informações desatualizadas ainda presentes no imaginário social e nos contextos educativos. Elisa Pankararu compartilhará perspectivas, referências e ferramentas pedagógicas para qualificar o ensino e ampliar o debate sobre a presença e a diversidade dos povos indígenas na educação.
A iniciativa dialoga com o Dia dos Povos Indígenas, em 19 de abril, e integra o Projeto Afluir, do Programa de Educação e Pesquisa da instituição, que além de promover a educação continuada, oferta visitas mediadas e disponibiliza o transporte para escolas públicas e grupos sociais.
Serviço
Encontro com Professoras e Professores: Letramento Racial e Perspectivas Indígenas para a Educação, com Elisa Pankararu
Quando: 16/04, com duas turmas: 10h às12h e 14h às16h
Onde: Cineteatro Deborah Brennand, na Oficina Francisco Brennand (Propriedade Santos Cosme e Damião – Rua Diogo de Vasconcelos, s/n, Várzea)
Inscrição: gratuita, pelo link https://forms.gle/yqcXG9mmzS8m5mpm6
Sobre a Oficina Francisco Brennand
Transformada em um instituto cultural sem fins lucrativos em 2019, a Oficina atua para preservar o legado do artista Francisco Brennand, ao passo que fomenta e difunde práticas artísticas, educativas e culturais contemporâneas. No coração da Mata da Várzea, na capital pernambucana, o museu-ateliê salvaguarda um amplo conjunto de obras do artista, distribuídas em espaços expositivos, jardins — um deles projetado por Roberto Burle Marx — e reserva técnica. Fundada em 1971, a Oficina compreende também edificações fabris, ateliês e uma capela, cujo projeto é de autoria dos arquitetos Paulo Mendes da Rocha e Eduardo Colonelli, instalações de atendimento ao público, como café e loja, e unidade de apoio localizada no Bairro do Recife, na Casa Zero.

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